E como eram tristes os seus olhos
Um palhaço sem máscara empurrando seu corpo sóbrio pelas ruas...

Calmo é o lado escuro da lua
Concreto e ferro sustentam seus edifícios de lamúrias

Oh, como é gasto o coração que expulsa o veneno do amor
Frio fica o deserto do peito depois do último pulsar da esperança...

... e como são tristes os seus olhos...

4 Comments:

  1. Carla Soares said...
    E como é triste o deserto do peito...

    Adorei! Cheio de melancolia e belo...
    εïзCintia Brabuleta™ said...
    adorei simplesmente LINDO!!!!!!!!!!!!
    Carol D'Agostini said...
    Como é triste o último pulsar da esperança, e acho que esse é o poema mais lindo que li neste blog!
    Shirlei Leandro said...
    Este comentário foi removido pelo autor.

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