dedicado a J.M.
para que pudesse recompor toda a força da sua infância
mesmo não sabendo quando... se entre versos ou rimas
ou se no silêncio daquelas reticências
medida do tempo que agora vivia...
por não saber se algum dia conseguiria
é que ele continuava sempre a escrever...
escravo do tempo, do silêncio e da beleza do rosto daquela mulher...

11 Comments:
Subscribe to:
Postar comentários (Atom)
Lindo!
ele é lindo!
todo lindo.
Bjs
Obs:
Saí do Orkut, mas possuo o link em meu blog: www.escrevendootempo.zip.net
bb-zasoni@bol.com.br
fico imaginando a cena e o rosto da mulher...
Beijo
grma